28 janeiro 2008

Mex Machado dos Santos com a Padock?

A Padock Competições sempre foi uma estrutura mais direccionada para o Todo Terreno, mas são conhecidas as suas participações ao nível dos Ralis, do Karting e mesmo da Velocidade e ao que parece vai continuar a arrojar.
O semanário Autosport notícia hoje a hipótese do piloto Mex Machado dos Santos apostar, no Campeonato de Portugal de Ralis, num Porsche 911 GT3 com o apoio da Padock Competições, o que se traduziria num passo inovador no panorama dos ralis nacionais, sendo a estrutura famalicense um elemento importante e imprescindível. O piloto de Paredes afirmou que "trabalho no sentido de alcançar os apoios para este projecto, mas não será fácil reúnir o orçamento necessário para a sua viabilização, mesmo estando limitado aos ralis de asfalto."
A confirmar-se estas intenções, será mais um passo em frente para a Padock Competições, alargando assim o envolvimento no desporto automóvel nacional, desta feita na principal competição de ralis, o Campeonato de Portugal de Ralis. Recorde-se que Mex foi dos principais animadores do Campeonato em 2007, ano em que tripulou um Mitsubishi Lancer IX, classificando-se na 5ª posição final.

Entrevista com Paulo Marques

No âmbito das entrevistas que temos realizado nesta transição entre duas épocas, chegamos agora à conversa com Paulo Marques, o piloto famalicense mais bem sucedido da história do desporto automóvel concelhio, sendo o porta estandarte de Famalicão por este mundo fora. Para o "Marquês", como é amavelmente conhecido, os tempos têm sido de mudança, deixando já longe as 2 rodas, passando agora a dispôr de 4 nas suas aventuras.
Paulo, como correu a época de 2007?
Começou como muitas outras, a disputar o Dakar, desta feita ao volante de um Toyota Land Cruiser. Não correu mal, chegamos ao fim, embora tenhamos passado por alguns problemas ao nível mecânico, um dos quais nos fez chegar muito tarde ao acampamento e impediu-nos de chegar melhor classificados a Dakar. O Toyota é um carro algo limitado, mas que permite uma certa regularidade e isso fica provado com os resultados na etapa, onde por muitas vezes figuramos nos 50, 60 primeiros, sendo os melhores do Challenge Toyota France.
Cá em Portugal, optei pelo Mitsubishi Pajero, na perspectiva de dar o salto em frente e alcançar resultados de relevo. É um carro extremamente competitivo e isso acarreta custos, impedindo assim uma presença mais regular no Campeonato Nacional de Todo Terreno.
E pontos altos e ponto baixos dessa época?
Exceptuando o resultado, o Dakar foi um ponto alto. Dakar é sempre aventura, aprendizagem e retiro sempre alguma coisa por cada Dakar que acrescento à minha conta pessoal. O 6º lugar no Rali Serras do Norte, em Macedo de Cavaleiros, também foi um excelente resultado, tendo em conta que estreava um carro, bem como era a estreia do Alberto Silva no Todo Terreno. A falta de apoios é, sem dúvida, o ponto menos favorável de 2007. Ter um carro como o Mitsubishi Pajero envolve custos muito superiores ao do Toyota e isso repercute uma irregular presença nas provas do Nacional de TT. E depois de ter feito tantas vezes o Dakar, custa-me quase ter que ficar em terra por dificuldades em arranjar verbas.
Tiveste 2 navegadores famalicenses, foi um feliz acaso ou é para manter essa aposta?
Gostava muito de a manter, mas pode-se dizer que foi uma excelente e feliz aposta. Em 2007 tinha previsto fazer as provas do Nacional de TT com o José Janela, mas por uma impossibilidade dele, na 1ª prova que estava nos planos tive que procurar alternativas. Ele próprio sugeriu o convite ao Alberto Silva e eu aceitei, apesar de ele ainda não ter feito TT, o que não o impediu de estar impecável e isso espelhou um bom resultado final. Entretanto, o José Janela voltou e fizemos mais um rali e depois tivemos juntos nas 24 Horas Vodafone, em Fronteira.
Como viste o cancelamento do Lisboa-Dakar de 2008?
É preciso analisar várias vertentes. Pela óptica da organização, percebo que eles não tinham outra hipótese. Depois do que aconteceu com o grupo de franceses na Mauritânia, tudo ficou sob alerta, sofrendo alguns recuos e avanços, e tudo cedeu com as seguradoras a abandonar o Dakar. A partir daí, as pressões do governo francês, o abandono também da Total e as ameaças terroristas intimidaram a ASO e a decisão é perfeitamente aceitável neste ponto de vista. Para nós, pilotos e equipas, é sempre um desgosto, ainda para mais quando se recebe a notícia em plenas verificações técnicas, ou seja, na véspera. Há consequências financeiras, obviamente, quer para os pilotos e mesmo para os nossos patrocinadores, e agora resta-nos procurar alternativas para minimizar o prejuízo causado.
E que futuro vês o futuro desta prova mítica?
Terá que haver uma reformulação. Acredito que nos próximos anos, haverá uma alternativa ao continente africano, possivelmente na América do Sul, até que se encontre um percurso altamente fiável e haja consistência política nos países que atravessamos. Nos últimos anos, já iamos por poucos países, face aos problemas na Argélia e no Mali e isso restringia-nos muito à zona mais atlântica de África, contudo as etapas eram sempre muito semelhantes, ano após ano e a monotonia não é saudável. Resta esperar que a organização tome uma decisão, mas acho que se houver capacidade e infra-estruturas no Chile ou na Argentina para colocar lá a caravana do Dakar poderá ser uma prova engraçada, mas obviamente com outra mística.
Que planos tens para a época de 2008?
Este cancelamento do Dakar desmotiva-me um bocado, contudo para já tenho o Mitsubishi Pajero a ser revistado e preparado, mas os custos continuam elevados e portanto só está prevista a presença em algumas provas do Campeonato de Portugal de TT. Prefiro preparar afincadamente o próximo Dakar, independentemente dos moldes em que se realizar, e provavelmente, farei o Rali dos Sertões, estando em dúvida se vou de carro ou se será um regresso, pontual, às duas rodas.
Em 2007, lançaste-te numa aventura na escrita, com o livro "Paulo Marques, a Vida de Roda no Ar". O que te motivou a fazê-lo?
Quem me conhece bem, sabe que me dá muito gozo e um gosto pessoal em contar as inúmeras aventuas e histórias da minha vida, principalmente a parte das motas. Já me tinha ocorrido a ideia de escrever um livro, mas não tinha conhecimento de como fazê-lo, até porque não tenho um arquivo muito organizado, nem tão pouco jeito para escrever eu próprio. Então, quase por coincidência, surgiu o convite do Germano de Oliveira Nunes e com umas boas horas de conversa e após termos visto muitas fotos, lá fomos nesta aventura de escrever o livro. É uma forma de fechar o ciclo das minhas particpações em provas aos comandos de motas, e igualmente de agradecer à família, aos amigos e aos patrocinadores que sempre me acompanharam ao longo da carreira nas duas rodas.

27 janeiro 2008

2ª EpiResistência em Kart - Corrida dos Campeões foi um sucesso!

A segunda edição da corrida de Resistência em Karting da EPI, disputada em Baltar, revelou-se de novo um grande sucesso, não só pelo apoio recebido dos pilotos presentes, mas também por parte dos convidados e assistência que esteve presente.

Mais uma vez os vários campeões do desporto motorizado português disseram sim a esta organização, manifestando com a sua presença o apoio a esta causa. Aliás, a própria RTP associou-se a este evento, transmitindo em directo uma reportagem que pôde ser vista na manhã de sábado na estação pública de televisão, dando ainda uma maior visibilidade à Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia, aliás o grande motivo desta organização. Ainda neste âmbito, também o canal televisivo Porto Canal deslocou uma equipa de reportagem ao local para cobrir este evento.

Por tudo isto, Armindo Cerqueira, um dos elementos da organização, não escondia a sua satisfação, relevando que considerou esta jornada: "Um êxito e penso que superou a prova do ano passado. Houve uma adesão muito grande, quer dos pilotos portugueses, quer dos outros que se inscreveram, por isso só podemos ficar satisfeitos. Fiquei surpreendido também com o público que se deslocou até aqui para ver a corrida". Com este evento realizado, há já que pensar no próximo, numa realização que tem pernas para andar: "Penso que não vai parar. Agora vamos fazer o balanço desta segunda edição e ver até que ponto é que podemos evoluir para o próximo ano", salientou ainda Armindo Cerqueira.

Em termos desportivos, depois de um salutar despique e convívio ao longo dos 90 minutos de corrida, a equipa de Manuel Gião, Manuel Costa e Nelson Ruão, foi quem levou a melhor, mas a diferença para os segundos classificados foi de apenas 16,743s. Ficou com esta posição a formação de Joaquim Jorge, João Rebelo Martins e André Almeida, com estes a chamarem a si a «pole-position» nos treinos. O derradeiro lugar do pódio foi parar às mãos de equipa de Bruno Magalhães, Ricardo Vaz e Sérgio Costa, também estes com 83 voltas cumpridas, mas com mais 52,661s que os vencedores. O famalicense Paulo Marques quedou-se pelo 14º lugar final.

26 janeiro 2008

1ª Especial Lago Discount adiada

A 1ª Especial Lago Discount, inicialmente marcada para hoje, foi adiada para uma data ainda por definir. A organização composta pelo Team Baia e pelo clube Trilhos de Perdição TT não deu muitas explicações, limitando-se a referir que "por motivos alheios ao Lago Discount, a 1ª Especial Lago Discount, agendada para hoje, sábado (26 de Janeiro), foi adiada para data a anunciar oportunamente."

Estavam inscritos cerca de 80 concorrentes, divididos por várias classes, nomeadamente Karting, Kartcross, Ralis, Velocidade e Clássicos.

23 janeiro 2008

Entrevista com João Ruivo

João Ruivo foi um dos pilotos famalicense que, no início da época transacta, apostou no Open de Ralis, sendo um dos principais animadores desta competição. Sempre acompanhado por Alberto Silva e conduzindo um Fiat Stilo Multijet, Ruivo sagrou-se Vencedor da Categoria 1, reservada aos carros de 2 Rodas Motrizes, juntando ainda o 3º lugar absoluto, para além de vários pódios ao longo do ano
Depois de um ano no Nacional de Ralis, a aposta no Open foi um sucesso? Foi um passo atrás para depois dares 2 em frente?
A aposta foi, claramente, bem sucedida. Encontramos um excelente ambiente e alcançamos bons resultados. Na altura, não consegui os apoios necessários para o Nacional de Ralis, mas tinha a noção que não podia parar. Surgiu a ideia do Open, um campeonato novo, com novos valores e com carros competitivos, que faziam com que eu continuasse a minha evolução como piloto. Não foi um passo atrás, mas sim uma aposta ganha para o futuro.

Quais foram os melhores momentos de 2007?
O Rali de Vila Verde, sem dúvida. Obtivemos um excelente resultado e foi o rali do Open mais disputado ao longo do ano, sendo que tivemos a um pequeno passo de vencer o rali. Logicamente que a conquista do título das 2 Rodas Motrizes é um excelente momento, pois era o nosso principal objectivo desde o início do ano e foi alcançado ainda antes do final do campeonato.
E os momentos que não te trazem boas recordações?
O Rali de Murça foi o mais "amargo", pois lideravamos a prova com 30 segundos de vantagem sobre o 2º classificado, quando desistimos por uma avaria mecânica. Podia ter sido a vitória à geral que nos faltou, e teria sido a "cereja no topo do bolo". O Rali de Góis e o Rali de Vila Nova de Cerveira também não me trazem boas recordações, pois fizemos poucos quilómetros em ambos, sendo que em Góis saímos de estrada.
Começaste a fazer ralis apenas há 4 anos, mas já conseguiste outros tantos títulos.
Esperavas um sucesso tão rápido?
Quando me iniciei nos ralis, há 4 anos, era com a intenção de me divertir, contudo, os resultados começaram a aparecer e nos fomos querendo mais. Estes 4 títulos são frutos de muita aprendizagem e de muitas pessoas que acreditaram no meu valor. Nenhum dos títulos foi fácil de alcançar, sempre tivemos bons adversários, com carros competitivos como o nosso, por isso só posso estar satisfeito e orgulhoso com o trabalho realizado.
Foste dos últimos pilotos a singrar nos ralis vindo de um concurso. Está aí a chave para novos talentos?

Tenho a certeza disso. Neste momento, não é fácil a qualquer jovem começar nos ralis ou noutra modalidade do desporto automóvel. É necessária uma grande ajuda, muito apoio de quem tem experiência e isso pode estar nos concursos, que infelizmente, tem sido poucos. Eu dou o meu exemplo, se não tivesse participado no concurso do Team Famalicão, em 2004, ainda hoje via as provas junto às estradas, em vez de participar nelas.
E já tens projectos para a nova época?
Já afirmei que gostaria de regressar ao Campeonato de Portugal de Ralis. Estamos a tentar pôr de pé o projecto com um S2000, estamos em conversações, mas caso não se concretize esta hipótese temos alternativas, quer para este campeonato, quer para o Open. Seja qual for o campeonato, partirei sempre com o objectivo de ganhar, é esse o meu espírito para disputar todos os ralis em que participo.
Foste eleito pelos leitores do Famalicão Motor, como o Piloto do Ano. Que significado tem isso para ti?
Antes de mais, agradeço aos leitores do Famalicão Motor os votos e a confiança. Para mim, isso significa que estou a fazer um bom trabalho e as pessoas, nomeadamente os famalicense, reconhecem e gostam do que eu estou a fazer em nome da nossa terra e do desporto automóvel.

Curso de navegador cancelado

O curso de navegador, promovido por José Janela e pelo Team Famalicão, já não se irá realizar no próximo fim de semana, como inicialmente estava previsto. O motivo para o cancelamento tem a ver com a pouca adesão nas inscrições, ficando por confirmar se se trata de um cancelamento definitivo ou se será um adiamento para um data posterior, tentando atraír mais futuros navegadores de ralis.

Indoor Karting de Famalicão em movimento

O enorme sucesso com que o Indoor Karting de Famalicão surgiu no panorama automobílistico famalicense, ainda que com uma vertente mais centrada na diversão e convívio, é por demais reconhecido. Tendo em vista promover e dinamizar ainda mais esta infraestrutura, o seu responsável, Mário Dias, organiza pontualmente algumas corridas de resistência, estando programadas agora mais duas, uma das quais com a particularidade de ser exclusivamente feminina.
A corrida feminina terá lugar no próximo dia 31 de Janeiro, com a duração prevista de 2 horas, com cada equipa a ser composta até 4 pilotos, permitindo assim que cada turno de condução dure cerca de 15 minutos. O número máximo de equipas será de 10, sendo que o custo de inscrição cifra-se nos 100€ por equipa. Segundo o responsável pelo Indoor Karting de Famalicão, as praticantes femininas nestas instalações ronda os 15% do total de utentes, o que denota a elevada procura e o crescente entuasiasmo por parte das mulheres no automobílismo, o que é de salutar.
Algumas semanas mais tarde, no dia 21 de Fevereiro, realiza-se a 3ª Resistência IKF, também com duração de 2 horas. Para este evento estão já confirmadas as presenças dos pilotos José Pedro Fontes, João Barbosa, José Carlos Macedo, Luís Lisboa, Adruzílo Lopes, Francisco Barros Leite, José Mário Ruivo, Morgado Pires, Luís Lisboa e, possivelmente, Armindo Araújo e o famalicense Paulo Marques. As inscrições estão abertas para 12 equipas e prevê-se que esgotem nos próximos dias, sendo uma excelente oportunidade para participar numa prova ao lado destes conceituados nomes do autombilismo nacional.
Como habitualmente, os karts serão os SODI RX7 do Indoor Karting Famalicão, com arco de protecção, encosto de cabeça, cinto de segurança, para-choques robusto e com um atractivo design. As inscrições podem ser feitas pelo número 252419468 e para mais informações dirija-se a http://www.kartingfamalicao.com/.

22 janeiro 2008

2ª EpiResistência em Kart - Corrida dos Campeões

Embora não seja uma actividade directamente ligada ao nosso concelho, o Famalicão Motor associa-se ao prestigiado e solidário evento organizado por Armindo Cerqueira (Foto GTI), juntamente com a EPI, Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia. Tal como em 2007, no próximo Sábado voltará a realizar-se a EpiResistência em Kart - Corrida dos Campeões, novamente, no Kartódromo de Baltar.
Armindo Araújo, Bruno Magalhães, Álvaro Parente, Fernando Peres, Filipe Albuquerque, Francisco Barros Leite, Joaquim Jorge, Joaquim Santos, Jorge Areia, José Azevedo, Lígia Albuquerque, Lourenço Beirão da Veiga, Manuel Gião, Mex Machado dos Santos, Paulo Barros, Paulo Marques, Pedro Leal, Pedro Matos Chaves, Pedro Peres, Pedro Salvador e Rui Azevedo, são os nomes confirmados, sendo que cada um partilhará um kart com mais dois inscritos. Paulo Marques é o único piloto famalicense que estará presente no evento.
Este ano a organização decidiu abrir as inscrições a todos os interessados em disputar a prova ao lado dos campeões do desporto motorizado português, tendo assim também a oportunidade de competir com eles, naquilo que se pretende seja em ambiente de grande festa. Tal como em 2007, espera-se que esta jornada se traduza num enorme e salutar convívio entre todos sempre com a intenção maior de divulgar a EPI, Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia.
A jornada começará com 15 minutos de treinos cronometrados (5 minutos cada piloto), agendados para as 10h30. Pelas 12 horas terá lugar um almoço volante, para duas horas mais tarde (14 horas) ter lugar a corrida com a duração de 90 minutos. Aqui, cada turno terá a duração de 15 minutos, ou seja, cada piloto vai estar em pista meia hora.
A organização convida ainda todos para que se juntem a esta jornada, assistindo à corrida, privando com muitos dos nossos melhores pilotos de automobilismo. A entrada no Kartódromo de Baltar é livre.

Team Famalicão promove curso de navegador

Já há alguns anos que é prática comum, nesta altura da época, o Team Famalicão e o seu responsável, o piloto e navegador José Janela promoverem um curso para futuros navegadores de rali. Este ano a iniciativa repete-se e terá lugar no próximo fim de semana, nos dias 26 e 27 de Janeiro.
Os cursos terão como instrutores José Janela (responsável do Team Famalicão e conceituado navegador), Miranda Cardoso (comissário, controlador e director de provas) e os pilotos Armindo Araújo, João Fernando Ramos e João Ruivo.
Programa:

Sábado - 26 de Janeiro

10h às 18h (com pausa para almoço) - Parte Teórica
Temas:

1)
O que é ser navegador de rali?
2) Leitura e interpretação do road-book
3) Os diferentes sistemas de notas de estrada
4) Carta de controlo e controlos horários
5) Regulamento FPAK e particular da prova
Domingo - 27 de Janeiro

9h às 13h - Parte Prática
Para mais informações, os interessados devem contactar para teamfamalicao@gmail.com.

Lago Discount celebra paixão pelo automobilismo

Depois do evento proporcionado por João Ruivo e seus patrocinadores, bem como de diversos passeios turísticos relacionados com os automóveis antigos, o Lago Discount volta a acolher um evento automobílistico. Desta feita será a 1ª Especial Lago Discount, que decorre no próximo Sábado, 26 de Janeiro, num circuito montado no parque de estacionamento do espaço comercial de Ribeirão, com o atractivo de se tratar de uma prova nocturna, uma vez que terá início pelas 20 horas.
Esta prova é pontuável para o Campeonato Intermunicipais Minho 2008, que abrange provas noutras localidades, nomeadamente Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez e Vieira do Minho. A 1ª Especial Lago Discount terá a organização do Trilhos de Perdição TT, do Team Baia, em conjunto com o próprio Lago Discount. O principal objectivo da prova é elevar e divulgar o automobilismo no nosso concelho, sendo aberta a várias classes, como o Karting, o Kartcross, o Rally, a Velocidade e os Clássicos, estando inscritos cerca de 70 concorrentes, entre os quais Alfredo Guimarães, Campeão Regional de Ralis-Norte 2007.
No fim da prova, haverá lugar a uma demonstração de Freestyle com Acuko e a equipa Team Crosscar Race. A entrada é totalmente gratuita, o que faz acreditar que os adeptos do desporto motorizado vão comparecer em força, nomeadamente, os famalicenses.
PROGRAMA:

10h00
– Abertura do secretariado
10h30 – Verificações documentais e técnicas
16h00 – Divulgação da lista de participantes
19h00 – Briefing inicial
20h00 – Início da prova (1ª passagem)
22h30 – Início da prova (2ª passagem)
01h00 – Entrega de prémios