16 abril 2008

Mudanças na Padock Competições

De forma um tanto inesperada, Arnaldo Marques colocou um ponto final na sua ligação à Padock Competições, onde até agora desempenhava as funções de director desportivo.
"Foram bons tempos, nos quais toda a equipa evidenciou um profissionalismo pouco visto em Portugal, mas todos os projectos têm um início e um fim e a minha ligação à Padock encerrou agora. Deixo um grato agradecimento a todos quanto estiveram comigo neste projecto e certamente em breve teremos novidades", garantiu o antigo navegador.

15 abril 2008

Miguel Campos foi o escolhido na iniciativa BF Goodrich Drivers Team

Os 15 jornalistas do juri, mais um elemento do Automóvel Clube de Portugal (ACP) votaram, maioritariamente, em Miguel Campos, no âmbito do programa BF Goodrich Drivers Team, que permitirá assim ao famalicense de estar à partida no Vodafone Rali de Portugal ao volante de um Peugeot 207 S2000, da equipa Kronos.
Campos obteve 8 votos, contra os 5 de Rui Madeira e os 3 de Mex Machado dos Santos, sendo portanto notório as intenções de voto no Campeão Nacional de 2002, que assim volta aos ralis, depois de uma paragem no final da época de 2006.
Miguel Campos considera esta escolha como "uma excelente notícia. Estou muito satisfeito por este regresso ao mais alto nível aos ralis. Gostava de agradecer a todos aqueles que acreditaram em mim, e é com grande satisfação que regresso à actividade. Vou tentar fazer o melhor possível, e honrar quem acreditou em mim para defender o nome de Portugal numa prova como esta, onde vai existir uma enorme concorrência, entre pilotos consagrados e "jovens lobos". Vou reencontrar alguns pilotos que já foram meus adversários, como é o caso do Manfred Stohl, e o que posso prometer, para já, é dar o máximo".
Consciente de que o tempo que esteve parado pode ser crucial, o famalicense afirma que "os objectivos são, ainda assim, ambiciosos, já que conto lutar pelos lugares cimeiros. Talvez o top cinco. Sei que a concorrência é imensa, mas espero até lá, com o teste que irei realizar, preparar-me o melhor possível para fazer uma representação condigna".
Relativamente a quem acompanhará Campos no Vodafone Rali de Portugal, terá que ser um navegador à altura deste desafio e para tal, "já estou a desenvolver contactos nesse sentido, mas a verdade é que tem de ser um navegador que encare esta prova de forma hiper-profissional, pois o desafio merece-o. Apesar de ainda não saber neste momento quem se irá sentar ao meu lado, até lá ainda vamos tentar rodar em testes, de forma a que, quando nos sentarmos no Peugeot 207 S2000 nos possamos preocupar essencialmente com a adaptação ao carro. Quero agradecer à BF Goodrich, ao ACP, e aos órgãos de Comunicação Social que tornaram realidade este meu regresso aos ralis".
Para o responsável máximo da Kronos, Marc Van Dalen, a escolha de Miguel Campos "foi muito positiva. É um piloto que não é fácil de bater. Conheço-o desde 2003 e tenho boas indicações sobre ele. Porém, os três finalistas davam-nos garantias de sucesso". Van Dalen diz ainda que "serão dadas todas as condições a Miguel Campos para poder lutar abertamente pela vitória ou pelo pódio. É esse o nosso objectivo. Tem também a vantagem de ser um bom embaixador para a BF Goodrich e o facto de ter uma vasta experiência com a Peugeot, o que também é importante nesta escolha".
O piloto famalicense irá ter a oportunidade de testar o Peugeot 207 S2000, já no Algarve, no dia 5 de Maio, prevendo-se que faça entre 100 e 120 km, de forma a ficar interiorizado quer com o carro, quer com a equipa.

14 abril 2008

Inúmeros contratempos adiam sonho de Sérgio Batista

Sérgio Batista era a grande aposta portuguesa para a jornada mundial do MotoGP, presente no Autódromo do Estoril de quinta-feira até ao passado Domingo. O jovem piloto da Padock Competições, foi o único português inscrito numa das três principais categorias da velocidade mundial (250cc).
Utilizando uma Honda RS 250 RW com mais de uma década de vida, o "wild-card" nacional passou por inúmeros contratempos antes da frustração final: "sempre mantive a esperança que estaria presente na corrida final, mesmo com todas as adversidades por que passamos no decorrer da primeira sessão de treinos" adiantou Sérgio Batista de apenas 16 anos e, pela primeira vez numa tão importante competição mundial.
A frustração foi maior, quando uma queda na derradeira oportunidade de garantir a qualificação, a juntar aos problemas mecânicos, impediram o jovem piloto de Famalicão de estar ao lado dos principais nomes da competição ao mais alto nível: "fica a consolação de ter feito tudo o que estava ao nosso alcance. Falha-mos desta vez com poucos meios, mas não vamos desmoralizar, tudo tentaremos para estar cá noutra oportunidade" afiançou o representante luso depois de tudo ter feito para garantir para Portugal um lugar na grelha de partida para a corrida do mundial de MotoGP na categoria de 250cc: "Tinha consciência do meu valor e sempre acreditei que era possível a qualificação. No primeiro dia, problemas mecânicos impediram-me de regressar à pista após uma única volta. O motor agarrou e tivemos que fazer trabalho extra para recuperar a moto para o dia seguinte" afirmava o piloto que manteve a esperança, depois da equipa oficial da Honda disponibilizar um técnico para recuperar a sua "velhinha" RS 250 RW, a mesma que o malogrado José Estrela tentou a qualificação no ano de 2001: "Depois de poucos minutos de rodagem com a moto, pensei que a segunda sessão de treinos fosse positiva. Mas, nada de novo, o motor voltar a demonstrar fadiga, mesmo assim realizei uma volta com o registo de 1m53s, deixando boas expectativas em condições normais. Quando regresso à pista, uma queda – provocada pelo arrefecimento dos pneus arredou-me definitivamente de realizar o sonho de estar na formação da grelha de partida para a grande corrida final" afirmou o desalentado piloto da Padock Competições.
Ao lado dos mais competitivos pilotos mundiais da modalidade, Sérgio Batista sentiu-se um "português" desconhecido entre a elite do motociclismo de um universo que não o seu: "Face às máquinas presentes eu era o "coitadinho" do pelotão, no entanto, queria contrariar todos aqueles que não acreditavam e que não disponibilizaram os meios necessários para um piloto português poder brilhar no grande palco da velocidade em Portugal. É lamentável, o único piloto luso, a defender as cores de Portugal ao mais alto nível não poder treinar no circuito do seu país. Os responsáveis do Autódromo do Estoril não acederam ao nosso pedido. Se já se torna difícil a um piloto português estar ao nível das grandes equipas mundiais, sem o apoio das entidades e sem condições tudo se torna mais difícil" lamentou-se o ex-campeão nacional de 85cc.
No final de um sonho que se tornou "pesadelo" fica a consolação de estar ao lado dos grandes ídolos e campeões da modalidade que vem defendendo desde os três anos "altura em que o meu pai me ofereceu uma noto, ao contrário de um triciclo. Agora, resta-nos manter a esperança de um dia cá poder voltar, apontar baterias para o nacional de velocidade – categoria de Stocksport 600cc, e esperar por um telefonema vindo de uma equipa Honda de Espanha que se mostrou interessada em me levar a correr no Grande Prémio de França, a disputar-se em Le Mans", afinal ainda há gente que acredita!
Sérgio Batista falhou um lugar na grelha de partida da corrida da sua "vida" mas continuará a lutar pelos seus objectivos, ao lado de quem apostou e continuará a acreditar no seu valor: "Foram muitos os apoios que recebi, mas, infelizmente foram poucos os financeiros. Quero agradecer à Moto Chico que me disponibilizou a moto e à Padock Competições que me proporcionar estar numa grande estrutura, preparando o meu futuro desportivo".

César André Machado vence e assume liderança

Uma tarde com muita chuva misturada com o champanhe do lugar mais alto do pódio, colocou César Machado na liderança da Rotax Challenge Norte 2008. O piloto da Padock Competições mesmo faltando à manga de qualificação, assegurou um triunfo categórico, depois de ter terminado na segunda posição na pré-final, após largar da última posição.
A segunda jornada consecutiva disputada no Kartódromo Internacional de Braga devolveu ao jovem piloto de Famalicão o mérito de liderar a competição. Depois de ter falhado o triunfo na ronda inaugural por escassos milésimos de segundo – após comandar as quinze voltas, César André não desperdiçou a oportunidade para revelar o excelente momento de forma para reclamar uma vitória categórica e indiscutível, evidenciando uma clara supremacia em relação à restante caravana nesta fase inicial do campeonato.
Nem mesmo o facto de ter ficado "barrado" de participar na manga de qualificação "quando nos preparávamos para entrar no parque de pré-partida fomos impedidos de o fazer, alegadamente por um atraso em relação à hora regulamentar", impediu uma das grandes promessas do karting nacional de mostrar nas restantes corridas o seu elevado nível de condução: "Parti de ultimo para a pré-final e consegui recuperar até á segunda posição. Depois, na final passei para a frente e não mais de lá sai até à bandeirada xadrez. A minha equipa de mecânicos - o meu pai e o Jorge, mantiveram ao longo de toda a jornada o karting muito bem afinado. Adapto-me muito bem ao piso molhado e, não cometi erros, o que tornou a vitória mais facilitada. Com este triunfo assumi o comando do campeonato, espero agora conservá-lo ao longo das provas que faltam disputar" afirmou o piloto da Padock Competições.
Depois de duas incursões pelo Kartódromo Internacional de Braga a caravana do Rotax Challenge ruma a Viana do Castelo a 11 de Maio para a terceira jornada.

13 abril 2008

Famalicenses destacam-se em Braga

Decorreu este fim de semana, mais uma jornada do Rotax Challenge Norte, novamente no Kartódromo Internacional de Braga, tendo os pilotos famalicenses aderido em bom número e com resultados meritórios.
Na classe destinada aos mais jovens, a Mini Max, João Ferreira alcançou o lugar mais baixo do pódio, em mais uma etapa no seu desenvolvimento enquanto piloto, mostrando um bom andamento, uma vez mais.
O piloto da Padock Competições, César André Machado, foi o vencedor da Final, na categoria Júnior, depois de não se ter conseguído impor nas mangas, onde Pedro Matos ganhou vantagem.
Mas foi na classe Max, com uma corrida intensa e muito competitiva, que o domínio dos pilotos de Famalicão foi mais evidente, com Miguel Barbosa a ser o grande vencedor, liderando até ao fim e foi secundado por Miguel Pinto, também ele um famalicense que há muito tempo é assíduo nas competições da Rotax.
Mário Dias, que milita na categoria DD2, começou com alguns precalços, mas viria a terminar no lugar mais baixo do pódio, numa corrida em que recuperou muitas posições.
A próxima etapa do Challenge Rotax Norte tem lugar no Kartódromo de Viana do Castelo, a 11 de Maio.

Fim de semana de azar para João Ruivo

Prova para esquecer é o que se pode resumir da presença do Team Crédito Agrícola/Avetel, com a dupla João Ruivo e Alberto Silva no Rali Vidreiro, a terceira etapa do Campeonato Open 2008.
Foram muitos os problemas sentidos ao longo da prova que fizeram com que terminassem em termos de estrada no sexto posto, sofrendo mais tarde uma penalização que os atirou para um nada confortável 32.º lugar.
Logo na especial de abertura do rali, um problema na centralina ditou a perca de cerca de 25 segundos para os mais rápidos. Depois, foi tempo para ir atrás do prejuízo e isso verificou-se com o registo de um segundo e um terceiro tempos absolutos nas especiais seguintes.
Depois da passagem pelo Parque de Assistência, e quando tudo levava a crer que continuassem nesta senda de recuperação, eis que: "Partiu-se a parte da transmissão que entra dentro do diferencial. Mesmo assim, ainda conseguimos terminar a prova, mas claro que, com tracção apenas numa roda, era complicado fazer melhor", disse o piloto.
Mas a parte pior estava reservada para depois da prova na estrada já ter terminado, pois a dupla famalicense foi penalizada com seis minutos efectivos, caindo assim 26 lugares na classificação geral: "Foi um erro de interpretação do regulamento por parte da equipa que temos de assumir e apenas lamentar", disse João Ruivo que mesmo assim não desmoralizou: "Antes pelo contrário. Queremos estar nas próximas provas com a mesma postura de sempre. Consideramos isso apenas um percalço e agora há que olhar em frente", terminou o piloto famalicense que já está com o pensamento no Rali de Arganil, na estrada nos dias 16 e 17 de Maio, sendo a primeira prova do ano em pisos de terra.

12 abril 2008

Jorge Santos vence e salta para a liderança. Ruivo com dia para esquecer!

A 3ª ronda do Campeonato Open de Ralis foi até às traiçoeiras e complicadas estradas do Pinhal de Leiria, com a reedição do Rali do Vidreiro. Ao longo de toda a semana, as condições metereológicas instáveis faziam antever que a chuva poderia acompanhar a caravana do Open, mas tal não aconteceu, havendo mesmo ocasiões de tempo agradável, com o sol à espreita, o que proporcionou bons momentos ao público presente.
Desportivamente, Jorge Santos/Vítor Hugo, em Citroën Saxo Kit Car foram os grandes vencedores, estreando-se a vencer no Open, depois de dois segundos lugares, saltando assim para a liderança. Ainda antes do rali, um pequeno problema na embraiagem parecia atormentar o piloto de Baltar, que chegava ao final da 1ª secção em 2º lugar, mas bem perto de Octávio Nogueira/Luís Pinto, em carro idêntico. Mas Santos imprimiu um ritmo mais forte do que o do seu adversário na parte da tarde, levando de vencida o rali por 6,4 segundos. "Fizemos uma primeira metade da prova com alguma cautela e só decidimos atacar nas duas últimas especiais já que com seguimos andar sempre depressa e junto do Octávio Nogueira. Em termos de campeonato é uma vitória muito importante e vamos continuar a lutar por elas".
Octávio Nogueira entrou ao ataque, vencendo a 1ª PEC do dia, que permitiu ao piloto a liderança do rali até à hora do almoço, porém alguns problemas eléctricos impediram um forcing final. Ainda assim, Nogueira sai bastante satisfeito, mostrando um andamento mais consistente e regular, quando comparado com o do ano transacto, estando na luta pelo campeonato.
Regular foi igualmente a palavra de ordem para Luís Mota/Ricardo Domingos, em Mitsubishi Lancer IV. Com um carro que não é o ideal para as estradas da Marinha Grande, Mota optou por uma táctica mais calculista e defensiva, que lhe permitiu tirar dividendos para o campeonato. O 3º lugar é a prova disso mesmo, embora apenas por uma vez rubricasse tempos no pódio.
No 4º lugar da geral surgem os vencedores - uma vez mais - dos Clássicos, José Sousa/José Salgado, em Renault 5 Turbo. O piloto de Vizela cedo se impôs na luta com Aníbal Rolo, o que lhe permitiu fazer um rali sossegado e sem grandes sobressaltos. Nesta categoria, destaque para o despiste madrugador de Joaquim Santos/Eduardo Gomes, que capotaram na PEC inaugural, deixando a tarefa de José Sousa ainda mais facilitada.
Mais uma exibição positiva para Manuel Coutinho/Manuel Babo, no Peugeot 206 GTI, que não dando muito nas vistas, é extremamente regular e rápido, conseguíndo mesmo o 3º lugar entre as 2 Rodas Motrizes.
Apontado como um dos favoritos à vitória, Pedro Peres, acompanhado por Tiago Ferreira, no habitual Ford Escort RS Cosworth, deram um toque na fase inicial do rali, que danificou a suspensão traseira. A parte da tarde foi feita ao ataque, na tentativa de recuperar posições e na busca do maior número de pontos possíveis, terminando na 8ª posição final.
João Ruivo/Alberto Silva, no Fiat Stilo Multijet, cedo se viram a braços com problemas, o primeiro dos quais a nível electrónico logo na 1ª PEC. O famalicense fez então dois troços à procura de encurtar distância para os principais adversários, chegando ao final da 1ª Secção no 4º lugar, a cerca de 20 segundos da liderança e praticamente encostado ao 3º lugar. Mas um azar nunca vem só e novamente em Campos do Lis, é a vez de ser a transmissão a dar dores de cabeça a Ruivo e com muito rali ainda pela frente, apenas levar o carro até ao final era o objectivo. Findo o rali, o 6º lugar, 4º entre as 2 Rodas Motrizes era o resultado possível, mas como "não há duas, sem três", uma penalização por terem entrado por avanço no pódio final - como é possível em muitos ralis - fez cair a dupla de Famalicão para o 32º lugar final e a perda da liderança do campeonato. Porém, tal facto pode ser uma vantagem de João Ruivo para o próximo rali, em terra, pois evita sair na frente do pelotão e entre os adversários directos, apenas Jorge Santos e Luís Mota têm pontuações nos lugares cimeiros, pois Peres e Octávio Nogueira já tiveram um abandono cada um, o que os deixa em igualdade com Ruivo, no capítulo das pontuações para rejeitar.
No Júnior, o regressado Pedro Raimundo foi o vencedor, enquanto João Barros Leite foi o mais rápido na estreia do Troféu Fastbravo. Neste mesmo troféu, Cristina Silva, acompanhada por Nuno Catarino logrou chegar ao fim, embora com alguns problemas na 2ª Secção do rali, no 7º lugar do troféu.
Classificação Final
1º - Jorge Santos/Vitor Hugo - Citroën Saxo Kit-Car -- 31m44,1s
2º - Octávio Nogueira/Luís Pinto - Citroën Saxo Kit-Car -- a 6,4s
3º - Luis Mota/Ricardo Domingos - Mitsubishi Lancer Evo IV -- a 41,2s
4º - José Sousa/José Salgado - Renault 5 Turbo -- a 1m14,0s
5º - Manuel Coutinho/Manuel Babo - Peugeot 206 GTi -- a 1m26,0s
6º - Anibal Rolo/José Arantes - Renault 5 Turbo -- a 1m56,1s
7º - Paulo Correia / Joaquim Alvarinhas - Peugeot 106 GTi -- a 2m24,2s
8º - Pedro Peres / Tiago Ferreira - Ford Escort Cosworth -- a 2m43,3s
9º - José Gomes/Marco Guarda - Opel Astra - a 2m43,8s
10º - João Soares/João Barata - Citroën Saxo -- a 2m58,6s
32º - João Ruivo/Alberto Silva - Fiat Stilo Multijet - a 7m56,1s
39º - Cristina Silva/Nuno Catarino - Seat Marbella - a 19m14,8s
Classificação do Campeonato
1º Jorge Santos - 65 pontos
2º José Sousa - 53 pontos
3º Luís Mota - 46 pontos
João Ruivo - 44 pontos
5º Manuel Coutinho - 39 pontos
6º Aníbal Rolo - 39 pontos
7º Octávio Nogueira - 36 pontos
8º Pedro Peres - 35 pontos
9º Joaquim Santos - 29 pontos
10º Filipe Madureira - 18 pontos
A próxima prova do Open de Ralis é o Rali de Arganil, nos dias 16 e 17 de Maio, naquela que será a 1ª prova em pisos de terra deste campeonato.
Foto de João Ruivo -- Ralis.Online.pt

Sérgio Batista não consegue mínimo de qualificação

O famalicense Sérgio Batista não conseguiu o seu grande objectivo no Grande Prémio do Estoril de Motociclismo, na classe de 250cc, que era o de se qualificar para a corrida de amanhã. O piloto da Padock Competições já tinha enfrentado problemas de motor na sua Honda, durante toda a primeira sessão de qualificação na tarde de 6ª feira, onde não efectuou uma volta limpa. Na sessão que decorreu hoje, Sérgio Batista rubricou a sua melhor volta em 1.57,196, contudo insuficiente para enquadrar o lote dos pilotos que figurarão na grelha de partida, uma vez que excedeu o limite de tempo permitido.
Contudo, há uma réstia de esperança para Sérgio Batista, uma vez que a organização pode permitir a sua presença na corrida, embora tal hipótese esteja longe de ser uma certeza até ao momento
Marco Simoncelli, em Gilera, foi o autor da volta que lhe permitirá sair na frente, com uma volta de 1.40,257, seguido de perto pelo espanhol Álvaro Bautista e por Mattia Pasini, ambos em Aprilia.

11 abril 2008

Sérgio Batista com problemas na qualificação

O piloto de Famalicão Sérgio Batista viu hoje o motor da sua Honda falhar devido a problemas num dos cilindros e terminou a primeira sessão de treinos com o pior tempo da qualificação para a prova de 250cc do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, a decorrer no autódromo do Estoril.
O jovem da Padock Competições realizou apenas uma volta ao circuito do Estoril (5.08,698) e foi forçado a regressar às boxes. Já não voltou à pista, possibilitando aos mecânicos da sua equipa recuperam a moto para a segunda sessão de qualificação, sábado.
O melhor tempo pertenceu ao italiano Marco Simoncelli (1.41,427), seguido bem de perto pelo espanhol Alex Debon.

10 abril 2008

Nuno Pina salta para a Velocidade

O piloto famalicense Nuno Pina estará à partida da ronda inaugural do Campeonato de Portugal de Circuitos, vulgarmente conhecido, por PTCC, que terá lugar no renovado Ciruito Vasco Sameiro, em Braga, nos dias 26 e 27 de Abril. Mais habituado aos ralis, onde ficaram conhecidas as boas e espectaculares prestações no Nissan Micra, surge agora a oportunidade de se iniciar na Velocidade, ao volante de um Renault Clio S2000, inserido na Classe 3: "é uma oportunidade única e irrecusável, ainda para mais num carro super competitivo. Em circuitos apenas corri de karting, mas também não há a pressão de resultados, vai ser para me divertir com as devidas precauções, claro."
A assistência técnica estará entregue à APT Racing Team e Nuno Pina testará o Renault Clio S2000 já no próximo Domingo em Braga, juntamente com mais membros da sua equipa. "Vou adaptar-me ao carro, é um verdadeiro carro de corridas, tem caixa sequencial e, como é óbvio, muito distante daquilo a que estou acostumado, ainda para mais são estilos de condução completamente diferentes", referiu o famalicense.