Com milhares de espectadores presentes em todo o redor do circuito montado na cidade da Trofa, pela secção de desportos motorizados do Futebol Clube do Porto, Jorge Lopes carimbou a sua presença com um óptimo resultado, quer em termos absolutos, quer em termos da classe, numa prova em que estiveram presentes cerca de 80 concorrentes. "Sendo uma prova perto de casa e também com visão estratégica para os patrocinadores, não podia faltar", começou por dizer Jorge Lopes.
Novamente com a presença no banco do lado direito do seu navegador, Pedro Colaço, o jovem famalicense foi dos primeiros a percorrer o traçado, no habitual Fiat Punto HGT, optando por uma estratégia que aliou a precisão e a rapidez, e não tanto o espectáculo. "Tentei fazer um bom tempo, não sendo tão espectacular quanto queria, mas também tinha a noção que ao mínimo percalço os rails de protecção estão bem perto e poderia ter consequências. Assim, consegui os objectivos que me propus, ou seja, diverti-me e dei o retorno pretendido àqueles que apostaram neste projecto", afirmou no final Jorge Lopes. O resultado final traduziu-se no 14º lugar final, ao que se juntou a 2ª marca mais rápida entre os concorrentes com viaturas de rali. Jorge Lopes aponta agora baterias para o que resta da temporada do Open de Ralis, onde estará presente na próxima etapa, em Murça, no mês de Setembro, não sem antes efectuar uma sessão de testes no Fiat Punto HGT para encontrar as melhores afinações para a prova transmontana. Foto: Nuno Pimenta
Novamente com a presença no banco do lado direito do seu navegador, Pedro Colaço, o jovem famalicense foi dos primeiros a percorrer o traçado, no habitual Fiat Punto HGT, optando por uma estratégia que aliou a precisão e a rapidez, e não tanto o espectáculo. "Tentei fazer um bom tempo, não sendo tão espectacular quanto queria, mas também tinha a noção que ao mínimo percalço os rails de protecção estão bem perto e poderia ter consequências. Assim, consegui os objectivos que me propus, ou seja, diverti-me e dei o retorno pretendido àqueles que apostaram neste projecto", afirmou no final Jorge Lopes. O resultado final traduziu-se no 14º lugar final, ao que se juntou a 2ª marca mais rápida entre os concorrentes com viaturas de rali. Jorge Lopes aponta agora baterias para o que resta da temporada do Open de Ralis, onde estará presente na próxima etapa, em Murça, no mês de Setembro, não sem antes efectuar uma sessão de testes no Fiat Punto HGT para encontrar as melhores afinações para a prova transmontana. Foto: Nuno Pimenta


08.jpg)
08.jpg)
Na final, o piloto de Famalicão perde a liderança ao final da recta da meta, partindo de imediato em busca do prejuízo. Na altura em que recuperava a primeira posição o pequeno João sofre um toque de corrida que o faz perder mais duas posições, baixando para quarto. Mas o espírito lutador e vencedor que caracteriza João Ferreira, não o fez baixar os braços e o piloto de Famalicão de uma assentada recupera duas posições para logo de seguida subir ao primeiro lugar de onde não mais saiu. "Estou muito satisfeito, esta foi a minha segunda vitória e desta feita venci todas as corridas, com este resultado assumi também a liderança do troféu", disse João Ferreira, que acrescentou ainda que "gostava de dedicar esta vitória ao meu pai e a toda a equipa pelo empenho e dedicação que tiveram no decorrer da prova", concluiu o piloto da Padock Competições. João Ferreira é o novo líder do Challenge Rotax Norte na categoria Mini Max com 417 pontos, mais quatro do que o segundo classificado, enfrentando agora a última jornada em Viana do Castelo, no próximo mês de Setembro.






Para além dos pilotos de Famalicão já referidos, também Luís Barros teve uma prestação muito boa no seu carro que partilhou com Jorge Areal, sendo o 5º classificado, enquanto Ricardo Costa, no Mitsubishi Lancer VI foi o 10º colocado. Ainda dentro dos 15 mais rápidos terminaram mais dois famalicenses, Jorge Lopes levou o Fiat Punto HGT até ao 14º lugar, ele que permaneceu muito tempo nos lugares cimeiros, até à entrada dos carros mais potentes, enquanto Martine Pereira, em Renault Clio RS 2000 terminou logo a seguir. Apontados como possíveis vencedores, Joaquim Jorge não conseguiu melhor que o 13º lugar final, no seu Ford Escort RS, enquanto Rui Azevedo teve alguns problemas no seu novo Ford Escort, pelo que não ficou classificado, tal com António Teixeira, em Mitsubishi Lancer VI que também não terminou a prova. Para completar o programa da prova trofense, houve lugar ainda a demonstrações de karting com vários pilotos famalicenses a marcarem presença, com maior destaque para o Indoor Karting Famalicão, que esteve presente com alguns dos modernos karts que estão ao dispôr dos seus clientes. Também alguns automóveis antigos coloriram o traçado da Trofa, com uma volta em ritmo lento, que permitiu alguns dos presentes reviverem outras eras. Esta "moda" das super especiais/slalom nas estradas citadinas parece ser o conceito adequado para juntar pilotos e público, tanto é que são cada vez mais as cidades que apostam nestas competições. Famalicão foi pioneira e já vai para a sua 3ª edição, a Trofa apostou em grande no seu circuito e ainda neste mês será a vez de Vizela. Estaremos na iminência de um campeonato ou de um troféu de super especiais? Fica a idéia. Classificação Final 1º José Pedro Gomes (Ford Escort Cosworth) - 1m28,5s