09 agosto 2010

Faleceu Miguel Veloso

Miguel Veloso faleceu no passado Sábado, vítima de um acidente de viação em Famalicão. Após a colisão frontal com um carro, foi projectado da moto em que seguia e não resistiu aos graves ferimentos, já depois de ter sido transportado para o Hospital de Braga.

Este ano, o piloto famalicense de 33 anos estava a cumprir mais uma temporada no Campeonato de Portugal de Todo-Terreno, ao volante da Nissan Navara. O "Americano", nome do seu stand e da sua equipa que fazia correr vários outros pilotos de automóveis e de motos, deixa um vazio no desporto motorizado famalicense e será sempre lembrado pela sua boa disposição com que encarava as provas que participava.

O corpo de Miguel Veloso estará no Salão Paroquial de Calendário a partir das 14 horas de 3ª feira, com o funeral a realizar-se às 19 horas.

O Famalicão Motor endereça desta forma os mais sinceros cumprimentos à família enlutada e um abraço ao Miguel Veloso, esteja ele onde estiver.

Azar nacional na vitória de Loix. Janela foi o melhor famalicense.

O Rali Vinho Madeira encerrou o capítulo das provas de carácter internacional que compõem o Campeonato de Portugal de Ralis, ficando marcado por muitos incidentes e pela hecatombe no que toca aos principais nacionais. No âmbito do IRC, a Skoda dominou por completo, com a vitória a sorrir a Freddy Loix. Vítor Sá quem levou a melhor no Nacional de Ralis, enquanto José Janela foi o melhor famalicense presente.

O piloto belga apresentava-se na Madeira, tal como em Ypres, ao volante da segunda evolução do Skoda Fabia S2000 e parece que esse casamento resulta em perfeição, pois em duas aparições, Loix soma outras tantas vitórias. Se na fase inicial da prova ainda teve em Luca Rossetti e Kris Meeke como adversários à altura, o abandono de ambos – Rossetti por despiste na 1ª etapa e Meeke por problemas mecânicos já na 2ª – facilitou a tarefa a Freddy Loix, que assim oferece mais um triunfo à marca checa que tem dominado o IRC Series.

Autor de uma prova extremamente regular como é geralmente seu apanágio, Jan Kopecky apagou o desaire dos Açores com um 2º posto na prova madeirense. Sem nunca estar em condições de lutar pela vitória, o piloto checo foi subindo na tabela graças a azares alheios e a um andamento consistente, quase como a fugir das armadilhas que as estradas da Pérola do Atlântico oferecem. Para fechar o triplete Skoda, Juho Hanninen encerrou o pódio, cimentando dessa forma a liderança no campeonato, mesmo após um rali nada fácil, pois não teve andamento para discutir a vitória e um furo quase que lhe custou o 3º lugar.

Miguel Nunes foi o melhor português, levando o Peugeot 207 S2000 ao 4º lugar. Com a presença em risco depois de uma quebra de motor num teste, Nunes encarou a prova com muita ambição e viu o pódio escapar na recta final da prova. Logo atrás e em carro idêntico, Vítor Sá, que apesar de não ter logrado a vitória entre os madeirenses, somou a pontuação máxima no que toca ao Campeonato de Portugal de Ralis. E se se sabia que Sá era um favorito em virtude do factor casa, sabia-se igualmente que Bruno Magalhães, Bernardo Sousa e o famalicense Miguel Campos também teriam capacidade para estarem nesse lote, mas na 1ª etapa todos eles tiveram desfecho infeliz.

Após um furo na primeira PEC de 6ª feira que o arredou da luta pela vitória à geral, Bruno Magalhães viu uma falha de travões no Peugeot 207 S2000 provocar uma violenta saída de estrada e dar por terminada a sua (curta) presença na Madeira. Bernardo Sousa também não foi feliz a jogar em "casa", com um princípio de incêndio no Ford Fiesta S2000 a obrigar ao abandono na 1ª etapa, ainda que tenha regressado em Super-Rally e dessa forma ter somado alguns pontos para o Nacional. Dentro do azar que tocou a todos os favoritos, Vítor Pascoal até poderia ser o mais beneficiado, contudo um furo no Peugeot 207 S2000 fê-lo perder imenso tempo e atrasou-o consideravelmente. Ainda que tenha pontuado, Pascoal está agora a 7 pontos do 1º lugar ocupado por Bernardo Sousa, com quem teve um gesto de enorme fair-play, quando parou para ajudar a apagar o incêndio que ameaçava o Fiesta S2000.

A estrear o Ford Fiesta S2000, Miguel Campos entrou em bom ritmo, mesmo para quem estava a fazer os primeiros quilómetros "a sério" com a nova viatura. Incapaz de acompanhar o ritmo imposto lá na frente, o piloto famalicense batia-se na frente do Campeonato de Portugal de Ralis com diferenças curtas entre Sá, Campos e Sousa. Contudo o piloto de Famalicão viria a abandonar em virtude de um problema com um colector de escape do carro britânico. Esta primeira aparição de Miguel Campos com o Ford não teve o resultado esperado, mas esperam-se que em prováveis novas aparições efective o andamento que já evidenciou na Madeira e consiga um bom resultado, pois quando abandonou seguia no 8º lugar, 2º entre os concorrentes do Nacional de Ralis.

Com mais uma excelente exibição e afirmando-se como uma promessa nos ralis nacionais, João Silva voltou a contar com José Janela como navegador, terminando no 8º lugar final. A experiência do navegador famalicense voltou a ser um contributo essencial para o jovem piloto madeirense que suplantou mesmo alguns carros de tracção total, vencendo as 2 Rodas Motrizes e somando mais um brilhante resultado para o campeonato local. Com um Renault Clio R3 extremamente bem preparado e sem dar dores de cabeça à equipa, a confiança foi aumentando ao longo do rali e permitiu imprimir um ritmo muito elevado, conquistando esta brilhante posição já na derradeira especial.

Aproveitando a ausência de alguns adversários, João Fernando Ramos e o seu navegador, o famalicense Jorge Carvalho, terminaram a prova sem grandes problemas no Mitsubishi Lancer IX. Com poucos inscritos, a dupla somou mais alguns pontos no Agrupamento de Produção, que os colocam no pódio do tabela classificativa, apesar de não ter garantido ainda a presença nas restantes provas que compõem o campeonato. Quanto ao resultado final, foram os 25ºs classificados.

De referir ainda que está entregue virtualmente o título no Agrupamento de Produção a Ricardo Moura, face a uma vitória e a um 2º lugar conquistado em cada uma das etapas do Rali Vinho Madeira.

Classificação Final
1º Freddy Loix/Fréderic Miclotte (Skoda Fabia S2000) - 3h08m14,3s
2º Jan Kopecky/Petr Stary (Skoda Fabia S2000), a 37,8s
3º Juho Hanninen/Mikko Markkula (Skoda Fabia S2000), a 2m25,8s
4º Miguel Nunes/Vítor Calado (Peugeot 207 S2000), a 2m42,7s
5º Vítor Sá/Nuno Rodrigues (Peugeot 207 S2000), a 3m13,7 (1º CPR)
6º Filipe Freitas/Daniel Figueiroa (Mitsubishi Lancer X), a 9m03,2s
7º João Magalhães/Jorge Pereira (Mitsubishi Lancer X), a 9m29,0s
8º João Silva/José Janela (Renault Clio R3), a 10m37,8s
9º Pedro Peres/Tiago Ferreira (Mitsubishi Lancer IX), a 10m39,8s (2º CPR)
10º Ricardo Moura/António Costa (Mitsubishi Lancer IX), a 11m06,3s (3º CPR)
(…)
25º João Fernando Ramos/Jorge Carvalho (Mitsubishi Lancer IX), a 32m59,0s (7º CPR)

O Campeonato de Portugal de Ralis volta ao Continente depois das provas insulares, com o Rali Centro de Portugal, a disputar nos dias 17 e 18 de Setembro.

30 julho 2010

BV Famalicão organizam perícia em Pousada de Saramagos

É já no próximo sábado, 31 de Julho, que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Famalicão organiza a 2ª Prova de Perícia Automóvel, um evento que está inserido nas comemorações do 120º aniversário da corporação e que se realiza no Parque de Jogos da Riopele em Pousada de Saramagos.

Organizada pela Secção Desportiva e Cultural da associação, a prova tem inicio às 20 horas e 30 minutos e está aberta a todo tipo de viaturas de turismo/estrada, desde que estejam em conformidade com as normas de segurança impostas pela DGV.

Divida em quatro categorias, e aberta a toda a população em geral, esta segunda edição conta uma vez mais com uma prova reservada a bombeiros, independentemente da corporação a que pertençam, sendo esta uma das competições em disputa que mais atenções prendem quer nos concorrentes como também no publico que costuma aderir em grande numero a este tipo de iniciativas.

A inscrição pode ser feita no local da prova até às 19h e 30m.

28 julho 2010

Primeiro teste de Campos com Fiesta foi positivo

No passado Sábado, Miguel Campos e a RMC Motorsport estiveram em Ponte de Lima para o primeiro contacto com o Ford Fiesta S2000 que irá ultilizar dentro de pouco mais de uma semana no Rali Vinho da Madeira. "É um carro fantástico e isso dá-me ainda mais motivação para dar tudo em busca do melhor resultado possível", afirmou o piloto famalicense.

Ao longo de cerca de 60km, Miguel Campos teve oportunidade de ficar a conhecer minimamente o carro britânico e, ao mesmo tempo, perceber quais as afinações que melhor poderão funcionar na Madeira. Em relação ao Ford Fiesta S2000, o famalicense explicou que "o carro curva bastante bem e o poder de travagem é brilhante. Notasse que este carro já esta muito semelhante ao WRC, faltando um pouco mais de motor".
Comparando com os adversários, Campos e o seu navegador, Aloísio Monteiro, têm contra si a falta de ritmo. "O Aloisio tem demonstrado uma evolução muito boa para quem anda á pouco tempo no mundo dos Ralis, eu próprio fiz questão de testar hoje na hora de mais calor a fim de avaliar a meu estado físico, penso não estar mal por isso vamos como sempre dar o nosso melhor e tentar trazer um resultado positivo para a RMC e para os nossos patrocinadores", explicou Campos.

Roberto Mendez, o espanhol responsável pela estrutura que tem preparado os carros de Miguel Campos, ficou contente com o teste e mostra-se muito optimista para a Madeira. "Mais uma vez fiquei muito satisfeito com a rápida adaptação do Miguel ao carro, o que denota uma grande experiencia e sabedoria. Esta unidade fabricada na M sport realizou somente 200Km no Rali de Ourense com o Xavi Pons, o que me deixa perfeitamente tranquilo para o próximo Rali Vinho Madeira. Penso que temos carro para andar com os da frente", aponta Mendez.

No final do teste, Aloisio Monteiro era um homem atento mas bastante entusiasmado, referindo que o Fiesta S2000 "é um pouco diferente do Mitsubishi EVO X, o carro é excelente, no entanto a exigência também é maior. Como tenho referido, o entrosamento com o Miguel esta cada vez melhor", afirmou com convicção o navegador.

Em Ponte de Lima, o Ford Fiesta S2000 e os pilotos já se apresentaram com as cores com que irão disputar o Rali Vinho Madeira, esperando efectuar novo teste já na ilha e nos dias que antecedem a prova. De referir ainda que Miguel Campos tem grandes expectativas para o que resta da temporada, apesar de ressalvar que só a prova madeirense está garantida, contudo aponta já para 2011: "Tudo depende de um bom resultado na Madeira e da resposta de dois patrocinadores. A idéia é preparar a próxima temporada ao volante de um S2000 para o Nacional de Ralis, seja o Fiesta ou outro".

Luís Barros esteve imperial e César Machado domina categoria

A segunda aparição do Racing Weekend ao Circuito Vasco Sameiro fez-se sub imenso calor e com as competições a apresentarem listas bem mais compostas, quando comparadas com as últimas corridas. Entre campeonatos e taças, Braga não conheceu muitos vencedores diferentes e assistiu a corridas algo monótonas, mas com brilho dos famalicenses presentes, nomeadamente, Luís Barros e César Machado.

Começando pelos Campeonatos Nacionais, nos Clássicos, a tarefa de Luís Barros não parecia fácil perante a concorrência cada vez mais apetrechada e desta feita encabeçada pelo Porsche 930 Turbo do regressado Carlos Rodrigues. Na 1ª Corrida, Rodrigues não deixou fugir o primeiro posto conquistado nos treinos, contudo Barros era o mais directo perseguidor, não permitindo grande avanço. Mais para trás, tudo ficou definido cedo, com Joaquim Jorge e Rui Alves já algo distantes dos homens da frente e renegados às posições que ocupavam. Só que Carlos Rodrigues foi forçado a abandonar sensivelmente a meio da corrida, estendendo uma autêntica "passadeira vermelha" ao piloto de Famalicão que aproveitou da melhor forma o brinde do adversário, tendo ainda rubricado a melhor volta da corrida.

Na 2ª corrida, Luís Barros não deu quaisquer hipóteses, aproveitando o facto de ter partido da pole-position para ir amealhando segundos atrás de segundos face aos perseguidores encabeçados por Joaquim Jorge, o que demonstra o domínio dos Ford Escort. Partindo cá de trás, Carlos Rodrigues fez uma corrida de recuperação, chegando no 3º posto final, na frente de Rui Alves, mas já longe do vencedor, Luís Barros.

Classificação 1ª Corrida
Luís Barros (Ford Escort RS) - 16v. em 23m26,646s
2º Joaquim Jorge (Ford Escort RS), a 13,003s
3º Rui Alves (Ford Escort RS), a 30,798s
4º José Luis Moura (Ford Escort RS), a 1m14,133s
5º Kiko Mora (Porsche 911 RSR), a 1m24,927s

Classificação 2ª Corrida
Luis Barros (Ford Escort RS) - 16v. em 23m24,475s
2º Joaquim Jorge (Ford Escort RS), a 6,118s
3º Carlos Rodrigues (Porsche 930 Turbo), a 19,817s
4º Rui Alves (Ford Escort RS), a 25,195s
5º Rui Costa (Ford Escort RS), a 46,459s

De regresso ao PTCC, que em Braga tinha a 2ª Corrida da Taça de Portugal, César Machado teve uma prestação de grande nível, mas que passa praticamente despercebida quando se percebe que este campeonato está completamente perdido nas "ruas da amargura" e com pouca animação no que toca à discussão dos principais lugares. Se José Monroy foi o vencedor das duas corridas, algo que é quase uma certeza mesmo antes das provas começarem, bem se pode dizer que em Braga a tarefa podia ter sido mais difícil. Tudo porque Jorge Areal regressou com um excelente andamento, dando muita réplica ao piloto do Mitsubishi Lancer IX nos treinos, só que na 1ª corrida apenas durou uma volta, devido a problemas de direcção no Seat Leon Supercopa. Assim foi o estreante João Diogo Lopes e Nuno Batista, também nos carros espanhóis, que completaram o pódio, na frente do jovem famalicense César Machado, que levou o Renault Clio da AMOB Racing até à vitória na Categoria 3.

Para a derradeira corrida da Taça, se na liderança não houve quaisquer modificações face à primeira, ainda que Jorge Areal tenha esboçado uma luta pelo 1º lugar, mas cedo percebeu que era tarefa impossível, resignando-se ao lugar intermédio do pódio, na frente do repetente Nuno Batista. Logo atrás, uma vez mais, César Machado era o mais lesto na sua categoria, já sem Miguel Fontes que abandonava irremediavelmente, e voltava a ser o 4º da tabela geral, onde terminaram somente mais dois concorrentes.

Classificação 1ª Corrida
1º José Monroy (Mitsubishi Lancer Evo IX) - 17v. em 24m20,982s
2º João Diogo Lopes (Seat Leon SuperCopa), a 8,726s
3º Nuno Batista (Seat Leon SuperCopa), a 58,630s
César Machado (Renault Clio RS), a 1 volta
5º Adolfo Matos (BMW 120d), a 2 voltas

Classificação 2ª Corrida

1º José Monroy (Mitsubishi Lancer Evo IX - 17v. em 24m38,315s
2º Jorge Areal (Seat Leon SuperCopa), a 36,119s
3º Nuno Batista (Seat Leon SuperCopa), a 1 volta
César Machado (Renault Clio RS), a 1 volta
5º Adolfo Matos (BMW 120d), a 2 voltas

Nas restantes corridas que compunham o fim de semana no circuito minhoto, na Taça de Portugal de GT/SP, dupla vitória de César Campaniço/João Figueiredo deu-lhes o primeiro título da temporada. No Campeonato de Portugal de Clássicos 1300, vitórias repartidas entre Rui Azevedo e Vítor Araújo, enquanto na primeira visita do Transit Trophy ao Norte, foi Pedro Salvador quem venceu nas duas mangas. Fique com o Top-5 das corridas:

Classificação 1ª Corrida - Clássicos 1300
1º Rui Azevedo (Ford Escort 1.3 GT) - 14v em 21m37,976s
2º Alexandre Beirão (Alfa Romeo Sprint), a 14,840s
3º Fernando Soares (Fiat 128 S Coupé), a 28,766s
4º Álvaro Figueira (Toyota Starlet), a 38,809s
5º Carlos Abreu (Alfa Romeo Sprint), a 50,558s

Classificação 2ª Corrida - Clássicos 1300
1º Vítor Araújo (Datsun 1200) - 14v. em 22m02,664s
2º Alexandre Beirão (Alfa Romeo Sprint), a 2,348s
3º João Ramos (Toyota Starlet), a 22,379s
4º Fernando Soares (Fiat 128 S Coupé), a 30,957s
5º Álvaro Figueira (Toyota Starlet), a 43,117s

Classificação 1ª Corrida - TP GT/SP
1º César Campaniço/João Figueiredo (Audi R8 LMS) - 43v. em 1h00m45,440s
2º Pedro Salvador (Juno SSE), a 57,537s
3º Luís Pedro Martins/Tiago Ribeiro (CVO RO2), a 1 volta
4º Patrick Cunha/José Carlos Ramos (Lamborghini Gallardo), a 2 voltas
5º António Nogueira (Porsche 911 Turbo GT2), a 2 voltas

Classificação 2º Corrida - TP GT/SP
1º César Campaniço/João Figueiredo (Audi R8 LMS) - 43v. em 1h00m37,001s
2º Patrick Cunha/José Carlos Ramos (Lamborghini Gallardo), a 1 volta
3º José Pedro Fontes/Diogo Castro Santos (Aston Martin DB9 RS), a 1 volta
4º Luís Pedro Martins/Tiago Ribeiro (CVO RO2), a 1 volta
5º António Calado/Nuno Santos (Radical SR3), a 2 voltas

Classificação 1ª Corrida - Transit Trophy
1º Pedro Salvador, 18 voltas em 30m40,640s
2º Pedro Fins, a 6,760s
3º Helder Silva, a 9,607s
4º Rui Azevedo, a 20,282s
5º João Lopes, a 27,095s

Classificação 2ª Corrida - Transit Trophy
1º Pedro Salvador, 15 voltas em 25m53,147s
2º Filipe Martins, a 2,843s
3º Renato Machado, a 4,410s
4º Rui Azevedo, a 10,282s
5º João Fontaínhas, a 13,498s

Fotos: Oficiais e Jorge Caldeira (Digimotores)

20 julho 2010

Ford Fiesta S2000 é a próxima aposta de Miguel Campos

Depois do Famalicão Motor ter dado isso mesmo a entender, eis a confirmação esperada: Miguel Campos troca o Mitsubishi Lancer X por um Ford Fiesta S2000, um carro que permite outras ambições ao piloto famalicense. Para já, apenas o Rali Vinho Madeira está confirmado, com a equipa a esperar pelo resultado para decidir o resto da temporada... será que Miguel Campos repetirá o brilharete de 2001, onde foi 2º na sua estreia com o Peugeot 206 WRC?

Depois do êxito alcançado na estreia de um novo projecto, Miguel Campos e Aloísio Monteiro vão continuar a apostar na espanhola RMC Motorsport para fazerem frente à próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis de 2010. Vitoriosos na sua categoria no Rali Serras de Fafe, vencendo as quatro rodas motrizes e alcançando o 3º lugar da classificação geral, a dupla apoiada pela CM - Construções vai continuar a lutar por vitorias na próxima prova do campeonato, utilizando o promissor Ford Fiesta S2000.

"Após um convite endereçado pela RMC, que se propôs a colocar o veículo actualmente conduzido pelo Xavi Pons à nossa disposição. Eu, o Aloísio e a RMC estamos muito animados e entusiasmados para continuar a lutar por mais sucessos, oferecendo aos nossos patrocinadores os resultados positivos que tanto esperam. O Ford Fiesta é um óptimo carro, tendo deixado muito boas indicações. É por isso que vamos à Madeira, com o objectivo de voltar andar com os da frente e fazer um bom resultado à geral. É sempre esse o meu espírito de estar na competição", afirma, convicto, Miguel Campos.

Em relação a um futuro breve, o entusiasmo de Miguel Campos é patente, mas também realista: "Há diversas hipóteses em cima da mesa, mas ainda é muito cedo para decidir. Para já, vamos preparar em conjunto com a RMC a próxima prova, aproveitando para testar o Ford Fiesta já no próximo dia 24 em Ponte de Lima e esperar o resultado deste próximo rali", conclui o piloto de Famalicão.

Aloísio Monteiro foi o grande promotor deste projecto que está rodeado de uma grande dose de credibilidade. Em conjunto com a CM - Construções e com os restantes patrocinadores, o navegador está confiante no futuro. "Gostaria de reforçar a oportunidade em estar ao lado do Miguel Campos, pois tenho tido a possibilidade de aprender e melhorar os meus conhecimentos em termos de navegação. Este novo convite surge numa fase que pretendemos decidir o nosso futuro próximo e esperemos responder as expectativas e trazer um bom resultado, pois só assim podemos dar o melhor retorno aos nossos patrocinadores. Confiantes no trabalho da RMC Motorsport, vamos projectar o futuro, reforçando as relações com os nossos patrocinadores, para tentar lutar por lugares cimeiros na tabela"

É de facto uma notícia fantástica para o Campeonato de Portugal de Ralis, que ganha assim novo ponto de interesse, com Miguel Campos a figurar-se como mais um piloto a lutar pelos lugares cimeiros, desta feita em condições semelhantes às de Bernardo Sousa e Vítor Pascoal. Se se confirmarem os rumores que dão Bruno Magalhães como hipótese para a fase final do campeonato, então é de prever muita animação na discussão pelas vitórias.

Bruno Magalhães sorriu no final. Presença positiva dos famalicenses

Se as expectativas para o Sata Rallye Açores decresceram um pouco face às muitas ausências, a emoção ao longo dos tres dias de prova fez esquecer tudo isso. Uma vitória sofrida e praticamente "arrancada a ferros" de Bruno Magalhães tornou este rali um dos mais disputados do ano no que toca ao IRC. Os famalicenses presentes tiveram uma passagem tranquila pela prova insular, ainda que com resultados positivos e dentro dos objectivos.

Tal como se previa, a luta pela vitória foi entre a Skoda e a Peugeot, com tudo a ser decidido nas derradeiras especiais. Um final épico que deu a Bruno Magalhães o primeiro triunfo internacional, num rali com algumas emoções também no que toca ao Campeonato de Portugal de Ralis.

Com várias trocas de líder ao longo de toda a prova, fosse por imposição de ritmos mais fortes, fosse por furos que atrasavam alguns pilotos, a história do rali resume-se praticamente às últimas PEC's. Com Bruno Magalhães na frente, um arreliador problema na caixa de velocidades fê-lo perder essa posição à entrada para as tres especiais finais, motivando ainda uma rápida troca de caixa na Assistência. Este atraso de Magalhães, deixou os Skoda em boa posição de vencer, sendo Juho Hanninen o melhor colocado, contudo na penúltima classificativa o finlandês teve um furo no seu Skoda Fabia S2000 e atrasou-se consideravelmente, ao ponto de Bruno Magalhães o apanhar em pleno troço, depois de Hanninen ter parado para trocar a roda. Essa situação irritou bastante o campeão nacional, pois perdeu algum tempo para Jan Kopecky, também ele em Skoda.

À entrada para a derradeira especial, a mítica Tronqueira e os seus quase 22 kms, a diferença entre Kopecky e Magalhães cifava-se em 6,4 segundos, com o português a recuperar metade até ao ponto intermédio. Talvez por pressão, o piloto da Skoda saiu de estrada nos últimos quilómetros e estendia por completo a "passadeira" para Bruno Magalhães rumar até à vitória, somando assim o primeiro triunfo no IRC esta temporada, ele que foi obrigado a mudar um pneu furado "in extremis" antes do início da última PEC. Foi mesmo um rali em cheio para a Peugeot, pois Kris Meeke foi 2º classificado, mesmo após uma presença discreta, mas beneficiou dos contratempos da Skoda na fase final. Juho Hanninen remediou a prestação da Skoda com o 3º lugar, na frente de Andreas Mikkelsen, em Ford Fiesta S2000, também ele com uma prova atribulada, nomeadamente um acidente contra uma vaca e que originou vários problemas mecânicos no seu carro.

Ricardo Moura jogava em "casa" e foi 5º classificado, um excelente resultado para o piloto do Mitsubishi Lancer IX, que foi o 2º entre os concorrentes do CPR, pois Bruno Magalhães inscreveu-se no campeonato antes da prova, deixando antever mais possíveis participações para além das provas insulares. Ainda assim, excelente colheita de pontos para Moura, que deu passo importante rumo ao título na Produção e ainda no que toca ao Campeonato dos Açores, onde apenas conhece o sabor da vitória.

Com provas um pouco atribuladas estiveram Vítor Pascoal e Bernardo Sousa, dois animadores do Nacional de Ralis. Pascoal sofreu um problema eléctrico no Peugeot 207 S2000 que o atrasou bastante e inclusivé o fez penalizar mais de 3 minutos, hipotecando a luta que vinha travando com Ricardo Moura. Já Bernardo Sousa ainda foi dando ares de sua graça, mas o facto de abrir a estrada na 6ª feira arredou-o de lutar por algo mais do que um lugar nos cinco primeiros e cimentar o 2º lugar na caravana nacional. Mas um toque na fase final do rali, destruiu parte da secção traseira direita do Ford Fiesta S2000 e obrigou a um esforço enorme para levar o carro até final, o que aconteceu no 10º lugar.

Igualmente dentro do Top-10 terminou o melhor famalicense em prova, Justino Reis. Regressado ao lado do piloto açoreano Ricardo Carmo, a dupla buscava um lugar cimeiro no que toca ao campeonato local. E subindo gradualmente de ritmo à medida que a prova ia decorrendo, Carmo e Justino Reis não tiveram grandes contratempos no Mitsubishi Lancer IX e concluiram a prova no 9º posto, que se traduziu no 4º lugar entre os concorrentes que disputam o Campeonato dos Açores de Ralis, logo atrás de Moura, Pedro Vale e Sérgio Silva.

Quanto ao clã Carvalho, terminaram um atrás do outro, com o pai Jorge a ter melhor sorte que o filho Jorge. João Fernando Ramos, com Jorge Carvalho a seu lado, foi impondo o seu ritmo na prova com a única preocupação de chegar ao fim e, com isso, somar mais alguns pontos para o Nacional de Ralis. E se assim delineou, melhor o cumpriu, pois com a desistência da maioria dos concorrentes ao Grupo N (Pedro Peres e Pedro Meireles), a dupla Ramos/Carvalho obteve um excelente 2º lugar nesse agrupamento, ao que se junta o 5º lugar absoluto no CPR, que mesmo sendo o último, também dá pontos e só espelha uma vez mais a crise instalada ao nível da participação dos pilotos continentais nas provas insulares. A nível absoluto, levaram o Mitsubishi Lancer IX até ao 18º lugar.

Com preocupações exclusivamente direccionadas para a IRC 2WD Cup, Carlos Oliveira e o co-piloto de Famalicão, Jorge Carvalho Jr, obtiveram um excelente resultado, sendo 2ºs classificados nesta competição, ainda que tenham sido os 6ºs no que toca às 2 Rodas Motrizes, contudo como vários pilotos não estavam inscritos na competição internacional, a dupla geriu o seu ritmo para cimentar essa posição. A nível mecânico apenas os furos e, na parte final, os travões do Peugeot 206 GTI deram algumas dores de cabeça, contudo permitiram atingir o final da dura prova açoreana no 19º lugar final.

Cumprida que está metade da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis, tempo agora e em definitivo para os ralis de asfalto, com o Rali Vinho Madeira marcado para os dias 5, 6 e 7 de Agosto, tendo novamente a companhia do International Rally Challenge e ainda dos concorrentes do campeonato madeirense.

Classificação Final
1º Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Peugeot 207 S2000) - 2h34m00,4s (1º CPR)
2º Kris Meeke/Paul Nagle (Peugeot 207 S2000), a 1m00,1s
3º Juho Hanninen/Mikko Markkula (Skoda Fabia S2000), a 1m20,7s
4º Andreas Mikkelsen/Ola Floene (Ford Fiesta S2000), a 4m45,6s
5º Ricardo Moura/Sancho Eiró (Mitsubishi Lancer IX), a 5m22,0 (2º CPR e 1º CAR)
6º Vítor Pascoal/Mário Castro (Peugeot 207 S2000), a 8m58,7s (3º CPR)
7º Pedro Vale/Rui Medeiros (Mitsubishi Lancer VII), a 10m55,3s (2º CAR)
8º Sérgio Silva/Paulo Leal (Subaru Impreza WRX), a 12m54,5s (3º CAR)
9º Ricardo Carmo/Justino Reis (Mitsubishi Lancer IX), a 14m23,6s (4º CAR)
10º Bernardo Sousa/Nuno Rodrigues da Silva (Ford Fiesta S2000), a 15m09,8s (4º CPR)
(...)
18º João Fernando Ramos/Jorge Carvalho (Mitsubishi Lancer IX), a 28m31,8s (5º CPR)
19º Carlos Oliveira/Jorge Carvalho Jr (Peugeot 206 GTI), a 32m37,2s

Fotos: Ralis.Online, excepto a de Carlos Oliveira/Jorge Carvalho, que é da Assesoria de Imprensa.

Barros impotente em Murça. Vitória de Martine nos Clássicos

Igualmente mergulhado numa crise de concorrentes, o Campeonato de Portugal de Montanha prosseguiu no passado fim de semana, com a realização da Rampa de Murça. Com António Barros e Martine Pereira a representarem as cores famalicenses e a rubricarem boas exibições, a vitória sorriu a Paulo Ramalho, que está assim cada vez mais perto do título.

Paulo Ramalho, em Juno SSE, está em grande e sem oposição, somando em Murça o 3º triunfo da temporada, arrumando a questão nas duas primeiras subidas, pois nem precisou da derradeira para efectivar a vitória.

Sem quaisquer chances de acompanhar o ritmo de Ramalho, António Barros teve de se contentar com o 2º posto. O piloto que reside em Famalicão travou uma animada luta com o piloto local Joaquim Teixeira, que utiliza também um BRC, mas de uma geração anterior. No fim, a diferença foi inferior a um segundo, ainda que Barros tenha sido sempre mais rápido do que o seu adversário.

António Nogueira ficou no 4º posto, vencendo na categoria 1 e ficando a poucos pontos de conseguir o título. Nos Clássicos, o melhor foi Martine Pereira com o Lola T70. O famalicense foi sempre superior aos mais directos concorrentes e depois de duas subidas rápidas e praticamente idênticas, cimentou a vitória e um lugar entre o Top-10 absoluto.

Classificação Final
1º Paulo Ramalho (Juno SSE) - 4m20,265s
António Barros (BRC CM05), a 8.596s
3º Joaquim Teixeira (BRC CM02), a 9.209s
4º António Nigueira (Porsche 911 GT2), a 18.502s
5º João Fonseca (Radical SR3), a 22.655s
6º Ricardo Lima (Radical SR3), a 29.290s
Martine Pereira (Lola T70), a 40.864s
8º João Guimarães (Peugeot 206 RC), a 46.345s
9º Tiago Silva (BMW 320i), a 47.959s
10º Nuno Guimarães (Mazda MX5), a 54.054s

15 julho 2010

José Janela galardoado no Dia da Cidade

A Câmara Municipal de Famalicão distinguiu no passado dia 9 de Julho, Dia da Cidade, algumas personalidades, instituições e empresas famalicenses, que se destacaram ao longo de vários anos e que contibuiram para o engrandecimento do concelho. José Janela foi agraciado com a Medalha de Mérito Desportivo, um reconhecimento à sua carreira e préstimos no desporto automóvel concelhio e nacional, que certamente não ficarão por aqui.

Sendo o desporto motorizado uma das principais bandeiras de Vila Nova de Famalicão, José Janela é, sem dúvida alguma, um dos seus principais estandartes. Conhecido pelo seu grande empreendedorismo no que toca às várias vertentes do automobilismo nacional, sendo o principal impulsionador do Team Famalicão, que já lançou vários valores seguros, nomeadamente nos ralis e continua a despontar em várias provas por todo o país.

Mas a acção de Janela não se esgota no Team Famalicão, pois a sua carreira compreende muito mais do que isso, abrangendo títulos no Todo-Terreno e também nos Ralis, sempre como navegador. Contudo, o famalicense é conhecido pela sua versatilidade, pois também já fez inúmeras provas ao volante, com resultados de enaltecer, seja na Velocidade, seja nos Ralis. E certamente, muito mais terá ainda José Janela disposto a dar, pois apesar de já ter uma bela e longa carreira, não deverá ficar por aqui e mais títulos estarão à sua espera. Actualmente, José Janela está empenhado no Campeonato de Ralis da Madeira, onde é co-piloto de João Silva, tendo já conquistado uma vitória absoluta na última prova, o Rali do Marítimo.

Eis a lista de títulos nacionais de José Janela:
1997 - Todo Terreno – Absoluto – 2os. Condutores
1997 - Todo Terreno – Grupo T3 – 2os. Condutores
2000 - Ralis – Grupo Turismo – 2 Litros – 2os. Condutores
2001 - Ralis – 1 600 cc (A/N)- 2os. Condutores
2009 - Ralis – Grupo Produção – 2os. Condutores

Joaquim Rodrigues Jr. brilhou em Famalicão

No passado Sábado, Oliveira de Santa Maria foi pequena para todos os aficionados das duas rodas. A prova inaugural do Campeonato Nacional de Supercross foi um grande espectáculo, com milhares de espectadores, como já vem sendo hábito na pista famalicense. Joaquim Rodrigues foi o grande vencedor, entrando com o pé direito no Nacional, naquela que foi uma das provas mais concorridas dos últimos anos nesta especialidade.

Com muitas corridas a comporem o programa da 7ª edição do Supercross de Oliveira, o espectáculo esteve sempre presente, com provas muito animadas e com pilotos a darem o seu melhor ao longo de todas as mangas.

Nas Minimotos, Henrique Nogueira foi quem mais se destacou, dominando a prova e acabando por vencê-la com alguma facilidade, como a vantagem que conquistou pode provar. O jovem piloto é uma das grandes esperanças do motociclismo nacional, certamente um campeão no futuro da modalidade. Tiago Borges e Mário Barbosa, fecharam o pódio, por esta mesma ordem. No 8º lugar terminou o jovem piloto de Famalicão, Gil Marques.

Na classe SX2, a vitória também foi indiscutível. Paulo Alberto pulverizou a concorrência, brindando ainda o público com o virtuosismo da sua condução, algo que delicia por completo o público. Incapaz de lutar pela vitória, Sandro Marcos contentou-se com o 2º posto, levando a melhor sobre Ivo Fernances. O famalicense Marco Pereira não foi além do 5º lugar final.

Também em SX1, o vencedor foi bem claro desde início, uma situação comum a todas as categorias. Joaquim Rodrigues Jr, regressado de uma carreira internacional nos últimos três anos, foi o mais rápido. O piloto de Barcelos não facilitou e arrecadou a vitória, cimentando o favoritismo que lhe é atribuído para a conquista do Nacional. Henrique Venda, actual campeão nacional e vencedor da prova no ano passado, rodou a um bom nível, no entanto não foi o suficiente para acompanhar o seu adversário, contentando-se com o 2º lugar na frente de Hugo Santos, outro antigo vencedor em Oliveira de Santa Maria.

Para o final estava reservada a grande prova da noite, a de Elites, que junta os oito melhores classificados das classes SX1 e SX2. Sem surpresas, Joaquim Rodrigues Jr. não deu quaiquer hipóteses à concorrência e chegou ao final no 1º lugar, numa clara demonstração das suas capacidades e que fazem dele um dos melhores pilotos portugueses de Supercross. Em 2º lugar, o algarvio Henrique Venda voltou a exibir-se a nível elevado e superiorizou-se ao vencedor da classe SX2, Paulo Alberto. Foi um bom inicio de campeonato e ainda por cima com duas vitórias. "Sinceramente posso dizer que estava bastante nervoso na primeira final de SX1 e cometi alguns erros que me podiam ter custado caro. Na última final da noite, adoptei outra estratégia e o resultado foi diferente. Apertei durante as primeiras quatro voltas e depois controlei. Tenho de dar os parabéns aos meus adversários que mostraram um bom nível e sei que daqui para a frente irão melhorar ainda mais e gostaria, igualmente, de felicitar a organização e o público presente", resumiu o grande vencedor, Joaquim Rodrigues Jr.

O espectáculo prolongou-se até ao início da madrugada, contudo ninguém deu por mal empregue o tempo passado em Oliveira de Santa Maria, onde inclusivé muitos tiveram a possibilidade de integrar o já famoso Pedicross, a tradicional corrida pela pista. No final, o contentamento de José Silva, responsável pela prova era evidente: "Correu tudo sobre rodas, tudo 100%. Foi talvez a prova mais completa destes sete anos. Foi a edição mais completa, não só ao nível de participação de pilotos, de equipas mas também de público". Para isso, segundo o responsável, poderá ter contribuído o facto desta ter sido a prova de abertura do campeonato. "Como estamos em primeiro ao nível da organização, podemos escolher a data em que queremos realizar a prova. Já escolhemos fazer a abertura e não correu muito bem, já escolhemos a meio, mas este ano foi a mais completa",

Classificação Elite
1º Joaquim Rodrigues Jr (Honda CRF 450) - 18v em 18m06,7s
2º Henrique Venda (Kawasaki KXF 450), a 7,6s
3º Paulo Alberto (Suzuki RMZ 250), a 13,5s
4º Hugo Santos (Kawasaki KXF 450), a 51,9s
5º Ivo Fernandes (KTM SXF 250), a 54,3s
6º Nuno Gonçalves (Suzuki RMZ 450), a 1m19,9s
7º Sandro Marcos (Suzuki RMZ 250), a 1 volta
8º Nélson Silva (Kawasaki KXF 250), a 1 volta

Classificação SX1
1º Joaquim Rodrigues Jr (Honda CRF 450) - 18v em 18m13,2s
2º Henrique Venda (Kawasaki KXF 450), a 6,8s
3º Hugo Santos (Kawasaki KXF 450), a 1m00,5s
4º Nuno Gonçalves (Suzuki RMZ 450), a 1 volta
5º Lyvio Ramassamy (Honda CRF 450), a 2 voltas

Classificação SX2
1º Paulo Alberto (Suzuki RMZ 250) - 17v em 17m27,4s
2º Sandro Marcos (Suzuki RMZ 250), a 11,8s
3º Ivo Fernandes (KTM SXF 250), a 19,8s
4º Nélson Silva (Kawasaki KXF 250), a 59,1s
5º Marco Pereira (Kawasaki KXF 250), a 1 volta

Classificação MiniMotos
1º Henrique Nogueira (Stomp) - 7v em 11m31,6s
2º Tiago Borges (Bud Racing), a 15,2s
3º Márcio Barbosa (YCF), a 24,0s
4º Bruno Batista (IMR), a 45,2s
5º Diogo Monteiro (IMR), a 45,9s